Á pouco tempo, pensar em mídia exterior era pensar em outdoor ou em algum outro painel. O brasileiro tinha sempre essa ideia fixa, realidade mudada nos dias de hoje. As mídias chamadas de “fora de casa” conquistaram o seu espaço.
Correspondendo a qualquer tipo de mídia que nos impacta, a partir do momento em que colocamos os pés fora de casa, por isso o termo out of home.
Impulsionada pelo mercado publicitário, que sofria com a queda de investimentos em mídias tradicionais, a proliferação dessa mídia só foi possível com a popularização da banda larga e com o uso de novas tecnologias.
A principal característica dessa comunicação é que ela atinge pessoas que estão em espera forçada, como acontece nos elevadores, nas filas dos aeroportos, nas viagens de ônibus, metrô e trem. A vantagem é que essa espera torna-se um momento propício para chamar a atenção do público que está totalmente aberto a receber conteúdo.
Para levar a programação até as televisões, a tecnologia adotada, na maioria dos casos, é online, através de banda larga. Essa tecnologia dispensa a presença de um programador e permite uma atualização em tempo real.
Para os publicitários
os números de eficiência dessas mídias, são animadores, e consequentemente o
retorno lucrativo também.
Bárbara R. Abrahão


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